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Quinta, 21 Abril 2016 18:20

Cuidados com a instalação e manutenção

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A revista Abrava entrevistou o Predisente do Departamento Nacional e Instalação e Manutenção. Eng? Arnaldo Parra, sobre a demanda pelos equipamentos de ar condicionado neste verão e o que o consumidor precisa saber sobre a vida útil dos produtos, tomando medidas preventivas de manutenção e orientações sobre a instalação.
Este ano, o segmento de instalação de ar condicionado está a todo vapor por contas das vendas dos equipamentos neste verão. Em média, qual a demanda diária de instalação dos equipamentos de dezembro até agora?  
A estimativa é de que com as altas temperaturas predominantes, exista uma demanda de aproximadamente 10.000 aparelhos por dia, considerando a média brasileira, sem regionalizar.  
  
Muitas empresas vendem os aparelhos via internet. Nesse caso, algumas, como os grandes magazines, orientam o consumidor para a contratação de um instalador?  
Existe um risco para o consumidor, ao adquirir o equipamento diretamente, sem a orientação de um instalador experiente que o ajude. Existem riscos com relação à capacidade do equipamento, tensão elétrica, modelo, e até qualidade e confiabilidade da marca. Os distribuidores costumam passar as orientações em seu próprio site, assim como os magazines, mas o que notamos muitas vezes é que o consumidor final não presta a devida atenção quanto a estas instruções, especificamente quanto aos itens que podem invalidar a Garantia do aparelho. Vale lembrar que os fabricantes sempre detalham suas condições e instruções, nos Manuais do Proprietário e do Instalador, além do Certificado de Garantia. Estes manuais geralmente estão à disposição nos sites de grandes magazines e distribuidores. 
A regra geral é que para validação da Garantia de Fábrica, o consumidor deve contratar uma Empresa Autorizada da Marca. 

A maior demanda tem sido em estabelecimentos comerciais ou residencial? Poderia comentar?  
Quanto a número de sistemas comercializados, sem dúvida alguma o mercado residencial está demandando a grande maioria das vendas. Com o Mini Split a preços relativamente mais acessíveis e larga oferta de crédito, o mercado residencial percebeu que o conforto gerado pelo ar condicionado agora está mais ao alcance, e as vendas demonstram isso. 
  
No caso da aplicação para residências, alguns consumidores têm optado pela troca de equipamentos antigos por outros com novos designs. Quais as dicas para obter um bom equipamento que atenta as necessidades do consumidor?  
O ponto principal é o consumidor final ter o acompanhamento e orientação de uma empresa instaladora regular que possa fazer o correto selecionamento e compatibilização entre a situação existente e a requerida. Um bom profissional poderá avaliar a real necessidade de capacidade dos equipamentos, estado da infraestrutura existente, suprimento de energia, detalhes arquitetônicos, de segurança e estéticos, e desta forma definir as melhores opções de mercado.  
  
Existem alguns equipamentos que exigem mais manutenção ao longo do tempo? Quais os cuidados que devem ser tomados na manutenção dos condicionadores de ar?  
Sem dúvida existem diversos fatores que influenciam a periodicidade da manutenção, assim como as rotinas de serviços exigidos. 
Equipamentos de maior porte, tais como Self Contained, Rooftops, Splitões, e Chillers têm rotinas mais exigentes, visto que a concepção dos equipamentos demanda mais energia elétrica, portanto requer maiores cuidados. 
As rotinas recomendadas são definidas em norma brasileira específica, a ABNT NBR 13.971. A periodicidade, entretanto, é definida pelo Responsável Técnico, que é o profissional devidamente habilitado para determinar quais serviços e o intervalo de tempo adequado para sua realização, de modo que o equipamento opere de forma mais eficiente possível, assegurando a melhor Qualidade do Ar Interior e longevidade dos sistemas, garantindo assim um confortável retorno do investimento. Para as soluções tipo Mini Split, a periodicidade varia bastante, pois aplicações residenciais demandam um uso muito menor do que aplicações comerciais, por exemplo. A consulta a uma empresa instaladora com referências de mercado é a melhor indicação para que o Mini Split receba o serviço adequado e opere com a melhor performance.

Na visão do instalador, os equipamentos possuem manual de instalação e orientações aos consumidores ou isso fica a cargo do profissional que irá instalar o produto?  
Todo equipamento é fornecido pelo fabricante com os respectivos Manual do Usuário e Manual de Instalação, além do Certificado de Garantia. Alguns fabricantes ainda fornecem publicações adicionais, tais como Boletins de Serviço. A empresa instaladora deve se preocupar em sempre entregar em mãos de seu cliente, o conjunto completo de documentação tanto do equipamento, assim como seus acessórios e instalação. É importante que o cliente entenda que estes documentos podem ser exigidos em eventuais atendimentos sob regime de garantia. As orientações dadas pelos profissionais da instaladora são fundamentais para que o cliente entenda perfeitamente como o sistema funciona, os cuidados para manuseio, ativação e regulagens, assim como compreender as limitações de uso e garantias ofertadas.  
Para sistemas comerciais, acima de 60.000 Btu/h, é também importante alertar ao cliente que existe legislação que determina um plano de manutenção, conhecido como PMOC – Plano de Manutenção, Operação e Controle de sistemas de ar-condicionado. O ideal é que a empresa instaladora oferte seus serviços para tal, ou indique uma outra empresa que possa oferecer este plano.

Quais os riscos de uma instalação mal feita?  
O principal risco é o consumidor pensar que comprou uma solução e perceber que comprou um problema. 
O que é uma instalação mal feita? É uma instalação realizada sem as boas práticas de instalação recomendadas pelo fabricante, tais como:
* Não efetuar vácuo nas tubulações; 
* Utilizar ponto de energia inadequado; 
* Utilizar cabos emendados em instalações externas; 
* Não nivelar os equipamentos;
* Utilizar materiais inadequados
* e outras... 
Como exemplo, podemos dizer que um compressor irá durar no máximo 3 anos, se o instalador não efetuar o vácuo corretamente. Uma instalação elétrica mal feita traz riscos diretos de incêndio! Assim, o risco para o cliente é grande, quando se busca somente o menor preço do mercado, sem avaliar as referências da empresa instaladora, e a qualidade de seus profissionais. 
Vale dizer que para uma instalação mal feita, dificilmente haverá cobertura da Garantia de Fábrica, e o consumidor acabará amargando o prejuízo, além de toda a insatisfação gerada. 

Quais os requisitos básicos numa boa instalação para que o “barato” não saia caro?  
Sempre buscar primeiro orientações para a escolha correta da solução em ar condicionado. 
Estas orientações devem ser obtidas junto a uma empresa instaladora regularmente estabelecida, encontrada através de referências de mercado, Procon, Entidades de Classe, etc. 
Uma empresa instaladora deve ter um Responsável Técnico, devidamente inscrito no CREA, para sua segurança. O consumidor deve evitar entregar seu equipamento para “curiosos experientes” instalarem, pois o risco será grande. 
O equipamento de ar condicionado é uma máquina complexa, que requer cuidados para sua correta instalação, e os profissionais das empresas regularmente estabelecidas geralmente recebem treinamento junto aos fabricantes. 
Este é um grande fator de segurança a favor do consumidor, ao contratar os serviços de uma empresa credenciada da marca. Vale sempre a regra de que se algo está muito barato, pelo menos desconfie. Por fim, a exigência da Nota Fiscal assegura a formalização do fornecimento e validação das Garantias ofertadas.  

Fonte: Revista do Frio.

Quinta, 21 Abril 2016 18:20

Quebrando paradigmas

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O uso de sistemas de fluxo de refrigerante variável (VRF, na sigla em inglês) em projetos de climatização tem despertado diversos questionamentos a seu respeito. Cada vez mais, construtores, arquitetos, instaladores, e empreendedores demonstram interesse de ampliar seus conhecimentos sobre a tecnologia que poupa energia e não necessita de água em seu ciclo de refrigeração, funcionando de forma semelhante a um multi-split tradicional.
Em muitos casos, o versátil sistema de expansão direta vem fazendo frente às instalações hidrônicas. Contudo, as condições de aplicação e uso são distintas, quando se compara o VRF com a água gelada. Por isso, os diferenciais técnicos de cada tipo de instalação, associados aos aspectos de custos, devem sempre nortear a escolha do ar condicionado a ser utilizado num edifício. Em geral, as centrais de água gelada (CAG) são indicadas para ambientes onde há existências rígidas quanto a controle de temperatura, umidade, vazão do ar, taxa de CO2 e filtragem, ou seja, parâmetros relevantes para locais como shopping centers, hospitais, call centers, indústrias, centros de processamento de dados, dentre outros. Mas, ultimamente, diversos paradigmas têm sido quebrados no mercado, como a utilização de VRF para 100% de ar externo, filtragens especiais e uso de filtros G3 nas unidades do tipo Hi-wall, Cassete, e Duto, além de geração de águas quente e gelada por meio de recuperação de calor das condensadoras.
Em muitos casos, porém, empresas e profissionais motivados apenas em vender seus produtos e/ou serviços acabam negligenciando a necessidade de elaborar estudos mais detalhados sobre a melhor solução para cada aplicação.
“Se os devidos cuidados com a tomada de ar exterior forem observados, o VRF pode se mostrar mais favorável em todas as aplicações de conforto térmico”, avalia o direto de ensino e treinamento da Asbrav (Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação), Paulo Otto Beyer.
Segundo ele, há uma forte tendência na utilização de VRF em prédios de escritórios, hotéis, instituições de ensino e residência de alto padrão, uma vez que o gerenciamento do uso de energia nos empreendimentos dessa natureza pode proporcionar expressiva redução em seu consumo.
Tecnologicamente avançados, esses sistemas vêm com dispositivos de automação e proporcionam flexibilidade no atendimento de cargas parciais baixas, excelente desempenho em cargas flutuantes e controle de temperatura preciso e individual para cada ambiente climatizado. Sua instalação provoca pouco impacto à estrutura arquitetônica, pois dispensa rede de dutos para distribuir o ar condicionado pelo edifício.
Dada a velocidade variável de seus compressores, o que permite controlar o volume de refrigerante em circulação no seu circuito frigorífico, as maquinas VRF atingem alto grau de eficiência e chegam a garantir ate mais de 60% de economia de energia em relação a outros sistemas de ar condicionado.
Em função de outras vantagens competitivas, sua utilização atingiu, em poucos anos no Brasil, mais 20% dos ambientes climatizados (em capacidade instalada) do chamado mercado de engenharia, segundo dados da Abrava (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento).
“Não podemos mais considerar que o VRF está pouco difundido por aqui”, comenta Gerson Robaina, diretor de marketing e novos negócios da subsidiária local Daikin.
TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS
O equipamento VRF mais comum no mercado é empregado apenas para resfriar ou aquecer ambientes internos. Nele, quando uma evaporadora é ligada no modo de resfriamento, todas as demais deverão, obrigatoriamente, fazer o mesmo. Isso também ocorre na primeira evaporadora ligada dor acionada no modo de aquecimento. “esse é o sistema de ciclo reverso (heat pump) de expansão direta com condensação a ar”, explica Renato Nogueira de Carvalho, presidente do DNPC (Departamento Nacional de Projetistas e Consumidores) da Abrava e diretor da Temax Engenharia.
Também é possível projetar uma instalação VRF para produzir, simultaneamente, frio e calor. “Esse outro sistema de expansão direta com condensação a ar é uma alternativa que oferece mais flexibilidade, mas que acaba tendo um custo inicial maior”, informa.
“outra opção é fazer um projeto que utilize torre de resfriamento, condensação a água. Aí, teremos um sistema de expansão direta para resfriamento do ar que condiciona os ambientes; mas, do lado da condensação do gás refrigerante, teremos unidades condensadoras fazendo troca de calor com a água que circula pela torre de resfriamento. Nesse caso, a torre deverá ser de circuito fechado para evitar que a sujeira do ar seja arrastada pela água para dentro das unidades condensadoras”, detalha.
Outro sistema ofertado no mercado é o de propulsão a gás natural. Obviamente, sua grande vantagem é não depender da rede elétrica para funcionar. Conhecido como GHP (Gas Heat Pump), esse VRF também opera com alta performance. “Esse é o tipo de Tecnologia estratégica para os clientes que buscam uma solução energética alternativa e sustentável”, diz Daniel Fraianeli, especialista em ar-condicionado comercial LG Electronics no Brasil, Lembrando que o GHP da marca compartilha o mesmo aparato tecnológico de comunicação de sua linha de VRF Multi V, tornando possível para o usuário fazer a combinação de ambos os sistemas em um mesmo controle central.
CUSTOS E AUTOMAÇÃO
O preço por tonelada de refrigeração (TR) instalada e o prazo para o empreendedor obter o retorno sobre o investimento num sistema VRF são diretamente influenciados pelo câmbio e valor das tarifas de eletricidade.
Diante do atual cenário econômico, esse tempo de retorno pode variar entre três e cinco anos e o custo por TR deve ficar em R$ 6,5 mil e R$ 8,5 mil, conforme calcula o engenheiro Renato Nogueira, da Abrava. “Esses números devem ser considerados apenas como uma referência, pois podem oscilar de forma significativa”, salienta.
De acordo com ele, uma das desvantagens do VRF é a quantidade de refrigerante demanda, além da grande área ocupada pelas unidades condensadoras e sua restrição a aplicações de conforto térmico.
“Outro ponto importante que deve ser considerado é o seu custo de manutenção, visto que a mão de obra necessária passa a ser mais especializada e, consequentemente, mais cara”, diz.
Segundo Gerson Robaina, da Daikin, o custo de medeio de qualquer sistema VRF instalado é difícil de estimar justamente por sua flexibilidade e seu amplo escopo de aplicações. “são muitas as variáveis a considerar, como tipo de unidade interna, distâncias de tubulação, localização das unidades externas (se a casa de máquinas fica em cada pavimento ou se é uma central com todas as unidades no terraço, por exemplo), tipo de utilização (escritórios, salas de reunião, CPD etc.), automação do sistema e integração com sistemas prediais”, exemplifica.
Em se tratando de projetos com VRF, a questão da automação é particularmente relevante. Por isso, as industrias do setor investem pesadamente nessa área.
Com o avanço do nosso controlador central Intelligent Touch Manager (iTM), muitas funções de automação, além da gestão do ar condicionado, passaram a ser realizadas pelo dispositivo, reduzindo o custo da automação com um todo”, exemplifica.
A inovação da Daikin controla o horário da iluminação, intertravamentos relacionados ou não ao ar-condicionado, ações de alarme, avisos de manutenção preditiva, preventiva e corretiva e ainda possibilita acesso remoto a todos os itens conectados a ela, isto é, unidades internas do sistema de climatização, luzes, ventiladores, cortinas etc.
“Com o iTM, é possível acender a luz, lugar a evaporadora e automatizar o acionamento dos ventiladores de renovação de ar quando a concentração de CO2 em um ambiente ultrapassar determinado limite”, reforma.
Para Robaina, o importante é sempre contemplar o todo, e não tentar dividir um projeto de climatização e automação pelos seus diferentes custos. “Tendo isso em mente, comparações de preços focando apenas nos equipamentos de ar condicionado perdem o sentido, pois a evolução da tecnologia nos faz englobar cada vez mais funções e componentes”.
“Considerando, então, todo sistema e a eficiência dos equipamentos em si com o ganho extra de economia de energia graças à automação, temos um payblack simples sobre a diferença do investimento abaixo de dois anos”, garante o executivo, ao mencionar que esse resultado é alcançado por meio do uso conjunto com VRF da marca com o seu controlador central.
PROJETO E INSTALAÇÃO
Como qualquer outro sistema HVAC-R, um projeto de VRF deve ser feito por empresa ou profissionais habilitados, desde o cálculo de carga térmica até a especificação das unidades evaporadoras e condensadoras, bem o dimensionamento das tubulações de refrigerante e acessórios.
“Uma vez definido o fornecedor dos equipamentos, o projeto deverá ser desenvolvido com o programa de cálculos do fabricante escolhido, para que as condições de operação especificadas sejam rigorosamente obedecidas”, informa Renato Nogueira, da Abrava.
“O mesmo podemos dizer com respeito ao instalador, que será responsável pela implantação do sistema. A Experiência e o conhecimento técnico do sistema VRF, assim como o apoio técnico do fabricante, são importantíssimos para que o resultado final seja plenamente satisfatório”, acrescenta.
Para o engenheiro, uma questão que ainda não é comum no Brasil é a atenção com o comissionamento da obra. “Isso não deve ocorrer só na fase final da instalação, mas desde o inicio do processo”, orienta.
Segundo Daniel Fraianeli, da LG, uma das grandes vantagens da complexidade tecnológica do VRF é a sua instalação bastante facilitada, que não demanda calibrações e revisões e sensores para garantir uma boa operação.
No entanto, certos cuidados, são obviamente, indispensáveis durante esse processo. “A limpeza da tubulação de cobre é muito importante, assim como os testes para prevenção de vazamentos”, salienta.
Alem disso, a execução do procedimento de vácuo monitorado por vacuometro é de vital importância para garantir que o sistema não apresente quebras ou operação deficiente.
Por ultimo, mas não menos relevante, é preciso escolher um local que garanta boa circulação de ar para a condensadora. “E a instalação da linha sem derivações desniveladas ou curvas em sequência também impactará a boa operação do sistema”, informa.
“Depois de seguidos os corretos procedimentos durante o projeto e a instalação, o startup será bastante simples e consistirá, principalmente, na constatação de que o sistema opera com pressões internas, temperaturas e demais parâmetros dentro das faixas esperadas”, conclui.
QUALIFICAÇÃO LANÇAMENTOS
O nível de conhecimento necessário para um técnico de refrigeração realizar uma instalação de VRF com qualidade é bastante alto, se comparado à instalação de um split convencional. Por isso, os fabricantes instalados no Brasil oferecem cursos e treinamentos específicos para área. “Temos um curso modular que se destina a qualificar empresas credenciadas e seus profissionais a especificar, instalar e prestar manutenção preditiva em produtos Daikin. As aulas são ministradas pela equipe de instrutores da empresa e do SENAI-SP, que hoje é o maior complexo de educação profissional e tecnológica da América Latina, em ambiente permanente e montado exclusivamente para essa qualificação”, informa Gerson Robaina.
A Samsung também utiliza os laboratórios do SENAI Oscar Rodrigues Alves, em São Paulo< para promover treinamentos periódicos. “Com isso, a companhia contribui não só com a qualificação da mão de obra do setor, mas também auxilia na formação das próximas gerações de futuros instaladores e projetistas do setor de HVAC-R”, explica Thiago Dias Arbulu, gerente de produto de sistema de ar condicionado da empresa Brasil.
A Midea Carrier tem trabalhado na divulgação de soluções de VRF , atuando junto a projetistas e instaladores, levando até eles informações técnicas, ferramentas de projeto, treinamentos e realizando viagens às fábricas da Midea, na China, e da Toshiba, na Tailândia, entre outras iniciativas.
“O VRF marca uma mudança de tecnologia para a era digital, pois todo o sistema se integra através de uma malha de comunicação, com algoritmo de controle P.I D. Dessa forma, os profissionais, devem ter conhecimentos, tanto em mecânica quanto de elétrica e automação”, destaca Rafael Mugrabi, gerente comercial de VRF da empresa no Brasil.
A multinacional ainda disponibiliza treinamentos, comunicados através do canal PSA Midea Carrier (Portal do Serviço Autorizado), alem de realizar eventos específicos para seus parceiros de ramo de instalação no SENAI-SP.
Outra companhia que tem realizado uma serie de seminários técnicos e intensificado a atuação junto a formadores de opinião para divulgar as novas tecnologias em sistema VRF é a LG, empresa que conta com 66 centros de aprendizagem localizados nas subsidiárias com atuação em ar condicionado. Dois desses centros estão no Brasil, um em São Paulo e outro na cidade de Porto Alegre.
“Na Academia de Ar Condicionado da LG, há cursos e conteúdos abordados em 13 módulos de treinamento com temas que vão desde conceitos básicos de refrigeração e instalações residenciais ate instalações de sistemas corporativos Multi V e automação”, informa Daniel Fraianeli, ressaltando que 14 mil profissionais já foram capacitados nesses centros.
Fonte: Revista do Frio.

 

Bem Vindo ao Mundo de Sicflux – Da nossa família para a sua
Em 2015, a sicflux completa 23 anos de história, de dedicação, força de vontade, inovação e acima de tudo sempre visando a satisfação de nosso cliente. Fundada em 1992, projetamos, desenvolvemos e fornecemos uma gama completa de soluções em renovação de ar. Uma empresa familiar, que hoje, conta com muitos colaboradores que fazem parte desta família. Nossos produtos são reconhecidos pelo mercado sendo especificado pelos melhores projetistas e adquiridos pelas maiores e mais conceituadas construtoras e instaladores de todo o Brasil. Por trás de cada produto Sicflux, há um conjunto de fatores que os tornam a solução definitiva para a necessidade de toda a sua família. Produtos Sicflux da nossa família para a sua.

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Fonte: SICFLUX e Catálogo Comercial e Técnico 2015.

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Eu indico, eu confio.

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