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Clientes da distribuidora de energia são beneficiados com mais rapidez na solução de atendimento e monitoramento eficaz da rede elétrica

O crescimento constante do número de consumidores e a ampliação da base de dados da CPFL Energia demandou uma solução tecnológica capaz de melhorar a agilidade e a precisão nas atualizações do mapa da rede elétrica da distribuidora e, consequentemente, o atendimento de cerca de 9,1 milhões de clientes da empresa de nove concessionárias de energia presente nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais.

Com o objetivo de absorver esta demanda de novos clientes e garantir o desempenho dos sistemas de gestão de rede elétrica e de atendimento, a CPFL Energia se uniu a Hitachi Data Systems, empresa subsidiária da Hitachi, para promover um sistema mais robusto e capaz de processar grandes quantidades de dados com mais rapidez, na metade do tempo que a tarefa era realizada anteriormente.

Em tempos em que a demanda por energia não para de crescer (a previsão é de aumento 2% por ano até 2020), a empresa brasileira procurou um parceiro com vocação para a Inovação Social. A Hitachi entendeu que era possível utilizar-se da tecnologia para ser bem-sucedido no seu modelo de negócio, e, com eficiência e economia de recursos, impactar na melhoria da sociedade sem causar danos ambientais.

A empresa de distribuição de energia precisava ampliar a capacidade de gerenciamento de dados de seus clientes e proporcionar mais rapidez na resolução de problemas, como falta de energia em residências, empresas, hospítais e indústrias. Sua solução através da Hitachi foi ter disponível uma plataforma de armazenamento de dados virtuais apta a processar uma grande quantidade de informação no menor tempo possível.

Tecnologia proporcionou agilidade para a operação da CPFL Energia

O resultado gerado com essa parceria foi a maior agilidade no processamento de dados ocasionando uma melhor prestação de serviço para o consumidor final e segurança para os eletricistas da empresa. O monitoramento ágil e preciso aumentou a velocidade das operações na rede elétrica operada pela CPFL Energia. Com informações mais precisas e atualizadas, os funcionários da companhia tiveram a chance de realizar reparos de maneira mais rápida e segura. A parceria Hitachi-CPFL traz, também, benefícios na redução de custos da operação já que requer menos energia, ar condicionado e espaço no data center para funcionar.

“O nosso relacionamento com a Hitachi se iniciou no fim de 2014 e a partir daí nós passamos a estreitar o relacionamento e compartilhar a demanda de tecnologia que a CPFL necessitava para automatizar e acelerar os processos de negócio, o que resultou na execução deste projeto que reduziu em 3 vezes o tempo de organização e atualização da base de dados da rede elétrica”, declara Tiago Machado, líder técnico de infraestrutura de TI da CPFL.

A Hitachi e a CPFL Energia trabalharam juntas para encontrar uma solução personalizada para atender a demanda da holding do setor de energia. Uma solução construída em colaboração, com reuniões presenciais e envolvendo as equipes técnicas das duas empresas para melhorar a performance do sistema de armazenamento de dados.

A nova plataforma de armazenamento de dados virtual garantiu que CPFL Energia identificasse e corrigisse os problemas na rede elétrica em menos tempo. O monitoramento mais rápido e preciso aumenta a velocidade de todas as operações, inclusive dos reparos que evitam problemas futuros e dos atendimentos aos chamados de emergência. “Houve um trabalho muito expressivo de colaboração, de cocriação para que pudéssemos desenvolver uma solução para que a CPFL Energia tenha condição de oferecer algo melhor para a sociedade”, comenta Ricardo Miura, gerente de vendas Hitachi Data System.

Já pensou ter o ar-condicionado ligado em uma tomada inteligente que ajuda a controlar oconsumo de energia? Pois ela já existe. Pesquisadores do Manaus Instituto de Tecnologia (MIT) desenvolveram o protótipo do produto no final do ano passado e ele já está em fase de testes, para em breve ser comercializado no Brasil.

A “tomada inteligente” promete monitorar oscustos de energia elétrica do ar-condicionadoassim como de outros equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos em tempo real.

“Este é um projeto com viés social porque pretende diminuir o consumo de energia do cliente final. Atualmente, a taxa de energia elétrica está mais cara, então nós tendemos a gastar mais e, no final do mês, não conseguimos pagar por esse consumo. A tomada inteligente vai monitorar o consumo diário do consumidor fazendo com que ele limite o gasto para pagar as contas ao final do mês”, disse Marivan Gomes, o coordenador do projeto.

A equipe de pesquisadores está em contato com empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) para conseguir incentivo e implantar o projeto.

Acadêmicos também estão participando do projeto

“Hoje em dia, tudo é eletrônico. Então é um projeto muito bom para sociedade como forma de ajudar o consumidor a gastar menos a partir do monitoramento de gastos de energia elétrica. Com a tomada conectada ao aplicativo, o consumidor saberá qual o equipamento utiliza mais energia elétrica e, assim, poderá gerenciar esse consumo no dia a dia”, disse o estudante de engenharia Jonhy Cavalcante.

Sobre o MIT

O Manaus Instituto de Tecnologia (MIT) é um centro de pesquisa do Amazonas, onde pesquisadores de diversas instituições de ensino do Estado trabalham com o objetivo de promover o desenvolvimento científico, tecnológico, ambiental e social do estado.

É uma entidade de direito privado e sem fins lucrativos, que conta com o apoio de instituições públicas e privadas, além de parcerias de centros de pesquisa de outros países.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), o mercado de ar-condicionado está enfrentando a maior crise de toda a história, afetando diretamente o Polo Industrial de Manaus (PIM). De acordo com a Superintendência da Zona Franca de Manaus, a produção de aparelhos Split caiu cerca de 48%.

Os investimentos estão parados, aguardando algum sinal de recuperação do setor.  Os fabricantes dear-condicionado de janela, que antes eram cinco, hoje são apenas dois. E este ano o setor está contando com menos da metade dos trabalhadores de 2015.

No ano passado 50% da produção não foi vendida, cerca de um milhão e quinhentos mil aparelhos de ar condicionado ficaram acumulados em estoque. Sendo que, de acordo com o presidente da Eletros, Lourival Kiçula, esses equipamentos correspondem a mais de 60% do faturamento do Polo.

“Vamos entrar em um período desconfortável para a venda de ar-condicionado que é oinverno. A gente quer que o Estado do Amazonas mantenha a atratividade do polo e a competitividade das empresas, mas também não sabemos até que ponto essa crise vai chegar”, disse o Kiçula.

O problema é a crise econômica no Brasil

A esperança, para que não haja mais demissões e que as fábricas não precisem fechar é que a economia brasileira melhore. O brasileiro está deixando de investir em bens duráveis por medo da crise.

“Com pouco poder aquisitivo, há eletroeletrônicos que são deixados para serem adquiridos em outro momento. Não estou falando de Manaus, mas aqui no Sul optam pelo ventilador até comprar o ar-condicionado. Normalmente, [na economia] temos um primeiro trimestre menor e depois as coisas melhoram. Em questão de ar-condicionado, esses são meses de bastante calor, e a indústria vende muito para o varejo, mas a economia não estava muito bem e as vendas foram fracas”, destacou o presidente da Associação.

E completa, “se a economia no País melhorar, tudo começa a melhorar. Estamos esperançosos. Se houver alguma coisa que traga benefícios aos colaboradores do Amazonas, governo e indústria, vamos fazer propostas para que todos possam ganhar. No momento, todos estão perdendo”.

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