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A Lei de Proteção ao Ozônio e de Controle de Gases Sintéticos de Efeito Estufa de 2017 vai permitir que a Austrália reduza, gradativamente, as importações de hidrofluorcarbonos (HFCs) a partir de 2018, e atinja um corte de 85% até 2036.

Segundo informações divulgadas pelo Cooling Post, o projeto de lei possibilitará que o país cumpra e supere a meta firmada por meio do Acordo de Kigali, emenda ao Protocolo de Montreal que incluiu a eliminação desses gases na agenda global.

Além de apoiar a redução gradual dentro do país a partir de 1º de janeiro de 2018, a lei também vai modernizar as licenças, prestação de contas e administração da legislação atual, aliviando de modo significativo a burocracia.

A redução de HFCs será aplicada apenas a importações de grandes volumes de gás (não há HFCs produzidos na Austrália). Não irá valer para equipamentos pré-carregados ou para HFCs usados ou reciclados. Há a intenção de regular as importações desses gases reciclados ou usados a partir de 1º janeiro do ano que vem separadamente, por meio de licenças específicas.

A medida tem apoio da indústria nacional. Greg Picker, diretor executivo da Refrigerants Australia, organização que representa usuários e fornecedores de compostos declarou que “a indústria de refrigeração e ar condicionado apoia ativamente a redução progressiva de HFCs nas próximas duas décadas”.

“Isso garante resultados ambientais melhores e dá segurança de longo prazo à indústria”, acrescentou.

Após apurações e confissões, a Comissão Europeia (CE) decidiu multar seis empresas do setor por terem participado de cartéis de fornecimento de componentes de ar condicionado para automóveis. O valor total a ser pago devido ao envolvimento é de 155 milhões de euros.

Foi comunicado que as seis fornecedoras do caso – Behr (Alemanha), Calsonic (Japão), Denso (Japão), Panasonic (Japão), Sanden (Japão) e Valeo (França) – fixaram preços e trocaram informações sigilosas para dominar o mercado e aumentar os lucros. O contato foi realizado através de reuniões, e-mails e por telefone em quatro cartéis distintos que operaram entre 2005 e 2009. Todas as empresas admitiram a participação, considerando que Behr e Sanden foram as mais penalizadas, com multas de 62 e 64 milhões de euros, respectivamente.

A Denso, empresa japonesa, evitou uma multa de 287 milhões de euros ao revelar três dos cartéis, baixando consideravelmente o valor que deverá pagar por sua participação para 20 mil. Já a Panasonic também desviou das multas por divulgar o outro cartel.

Montadoras de carros que utilizaram peças das fabricantes

As envolvidas nos cartéis instalaram seus componentes em carros da Volkswagen, BMW, Daimler Mercedes, Volvo, Suzuki, Nissan, Renault e Jaguar Land Rover.

Margrethe Vestager, presidenta da European Commission for Competition, responsável por monitorar a competição comercial europeia, comentou sobre o caso. “Embora os componentes de ar condicionado e refrigeração não sejam vistos como produtos, são algo que representam bastante. Nesse caso, também foram algo que podem ter pesado na carteira, mesmo com o benefício de regularem a temperatura nos nossos carros. A decisão enfatiza que não aceitamos cartéis que afetem o mercado europeu”, declarou a comissária europeia.

A RAC Brasil promoverá a 39ª edição de seu curso de boas práticas de refrigeração comercial, com enfoque nos sistemas integrados de retorno de óleo (SIRO), de limpeza e descontaminação (SILD) e de vibração e pulsação (SIVP), em 8 de maio, das 8h às 17h, na sede da empresa, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

De acordo com os organizadores, a RAC disponibiliza aos inscritos apostila e catálogo, laboratórios de testes, rack de compressores didático com componentes em corte e prática de descontaminação dos circuitos de refrigerante e de óleo.

Segundo a companhia, o evento é destinado a profissionais de instalação, operação e manutenção de sistemas de frio em supermercados, câmaras frias, túneis congelantes, chillers, centrais de ar condicionado e vendedores técnicos.

O objetivo é capacitar os participantes a selecionar e aplicar componentes de refrigeração da marca, ensinando também métodos e rotinas de manutenção, limpeza e descontaminação de instalações frigoríficas, soluções de problemas em campo, procedimentos no start up e gestão de segurança conforme a norma regulamentadora (NR) nº 13, do Ministério do Trabalho e Emprego.

O curso custa R$ 249, valor pode ser dividido em duas vezes de R$ 124,50. Os alunos têm direito a coffee break, almoço em churrascaria, certificado e estojo de ferramentas. No fim do encontro, também haverá sorteio de um brinde.

Os interessados em participar devem enviar sua solicitação para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., ou ligar diretamente para (11) 4771-6000 e falar com Lucélia, Nilton ou Paulo Leite

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